‘Eu alertei contra a compensação’, afirma Adilson Batista
O personagem do jogo Atlético-PR x Corinthians não foi Ronaldo nem Bruno Mineiro. A participação negativa do árbitro Jaílson Macedo Freitas, da Bahia, foi protagonista na partida da Arena da Baixada, na noite desta quarta-feira. E, nos vestiários, virou o assunto principal.
Adilson Batista, por exemplo, revelou um bate-papo com seus jogadores no intervalo. De acordo com o treinador do Timão, o árbitro baiano marcaria um pênalti sem dúvida
- Ele (Jaílson) foi pressionado e, aí, ficou a dúvida, mas existiu o pênalti convertido pelo Ronaldo. Foi um toque na mão. O pênalti do Castán foi interpretação. Eles (jogadores do Corinthians) foram alertados que poderiam existir uma compensação, mas é do jogo. Faz parte do futebol – afirmou o treinador corintiano, que preferiu deixar reclamações para Andrés Sanchez e Mário Gobbi Filho.
- Eu sempre respeitei arbitragem, deixo trabalhar, não é a primeira vez. Desde que estou aqui já fui prejudicado em alguns lances, mas isso é uma coisa para nossa diretoria – completou.
A opinião de Paulo César Carpegiani, técnico do Atlético-PR, foi parecida. O comandante do Furacão também não viu motivo para a marcação dos dois pênaltis.
- Houve muito rigor nos dois pênaltis. A bola correu no braço, não vi na televisão ainda. Não interferiu na jogada. É questão de interpretação. O nosso também foi rigoroso demais. Os gols deram mérito às equipes, que lutaram palmo a palmo – afirmou Carpergiani.










